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FELIZ DIA DAS MÃES

sábado, 11 maio, 2013

Bendiz o amor imensurável
Nos jardins pintados de cores
O vento beijando a face
A face molhada de amor…

Festa de mãe é universal
Mãe é flor e nós os pedaços
Retirados da sua alma
Eternos em seus braços.

Mãe de todas as idades
São detentoras da força
Defensoras da felicidade
Guerreiras do amor…

Mães de todas as idades
Auras de mil luminescências
Braços fortes aureolados
Senhora de doces sentimentos.

Nas noites ora a mãe
Pedindo a Deus pelos filhos
Pedindo a sua benção
Saúde amor e vida…

Mãe nunca morre
Transporta-se para eternidade
É bela soberana e nobre
É sinônimo de vida e felicidade…

Mãe e mães meu abraço
Um beijo bem apertado
Em seu rosto iluminado
Nesse dia imensurável.

Ser mãe é ser vida e amor
Encanto de pureza e coragem
No lar uma eterna flor
Exalando esperança e paz…

(Luiz Gonzaga Bezerra)

Fonte:  http://www.belasmensagens.com.br/dia-das-maes/

FUNCACAU: RESULTADOS DE 2012 E PROPOSTAS PARA 2013

terça-feira, 23 abril, 2013

A superintendência da Ceplac no Pará, através do Fiscal Federal Agropecuário Luiz Pinto de Oliveira, prestou  contas dos recursos a ela destinados no transcurso do ano de 2012 para apoiar o desenvolvimento da cadeia produtiva do cacau, durante reunião de comitê gestor do Funcacau, realizada em 26/03/2013. Os projetos, discutidos no ano de 2011, tratam de ações para a produção de sementes híbridas de cacau;  capacitação de agentes de assistência técnica e extensão rural;  instalação, em áreas de produtores,  de Unidades de Referência Técnica – URT; e para a 13ª Festa do Cacau do estado do Pará, totalizando R$ 1.149.510,00.

À produção e distribuição de sementes híbridas de cacau foi destinado o montante de R$ 500 mil, havendo sido entregues, ao final do ano de 2012, 17,722 milhões de sementes, das quais 14 milhões produzidas nas estações do Pará (Medicilândia, Marituba  e Tucumã), 3,522 milhões na Bahia (Itabuna) e 200 mil em Mato Grosso (Alta Floresta). Ao serem implantadas serão somados à atual área cacaueira paraense, is quase 16 mil novos hectares de cacaueiros híbridos.

 Os treinamentos em gerenciamento de projetos foram finalizados em novembro de 2012,  aqueles voltados para a Tecnologia de Cacau I e II, estão em execução, com ênfase para o controle das principais doenças do cacaueiro e metodologia de ATER. A instalação de 16 URT será iniciada ao término das capacitações técnicas, ainda no primeiro semestre do ano em curso.

Durante a reunião foram estabelecidas as prioridades de projetos a serem trabalhados no ano de 2013, assim elencadas: Controle da monilíase e da broca dos frutos; Festa do cacau do estado do Pará; Salão regional do chocolate do Pará; Produção de sementes híbridas de cacau; Estruturação da ATER da Ceplac, pela contratação e capacitação de pessoal; Produção “in vitro” de mudas de proteção às lavouras de cacau; Conclusão da biofábrica de Medicilândia; e Apoio à agroindustrialização das amêndoas secas e subprodutos da lavoura cacaueira.

 José Luiz de Souza Brígido – FFA

         Ceplac/Suepa/Comus

O MERCADO MUNDIAL DO CACAU: o que esperar para 2013

terça-feira, 12 março, 2013

Segundo o dicionário Aurélio Eficiência é a Qualidade ou Capacidade (de alguém, um dispositivo, um método etc.) de ter um bom rendimento em tarefas ou trabalhos com um mínimo de dispêndio (de tempo, recursos, energia etc.).

Por que começar com a definição de uma palavra?  Porque precisamos retratar com fidelidade o significado do que seja Eficiência.  Esse conceito é indispensável na vida dos produtores, especialmente àqueles que trabalham com o cacau.

Então, sabendo o conceito de Eficiência, como consegui-la sendo um produtor de cacau? Ser capaz de produzir com qualidade, com o melhor rendimento e ao menor custo; traduzindo: cacau tipo Superior, numa produtividade maior que 1000 quilos por hectare, gastando o menos possível.  Se estivéssemos falando de um produto com estrutura de comercialização “bem comportada” (pelo menos a lei de oferta e demanda funcionando normalmente), sim, isso seria suficiente.  Contudo, o cacau é considerado uma das commodities agrícolas de maior dificuldade nas negociações de mercado, onde a especulação predomina.  Sem falar na assimetria de informações advindas dos principais produtores.  A tabela abaixo pode servir para ilustrar esse efeito.

País VBP

(US$ 106)

Produção (t) US$/t ha colhida kg/ha
Brasil 441 248.524 1,774 680.484 365
R. Camarões 440 272.000 1,618 697.000 390
C. Marfim 753 1.350.320 558 2.495.110 541
Gana 698 700.000 997 1.650.000 424
Indonésia 710 712.200 997 1.677.300 425
Malásia 20 15.975 1,252 21.722 735
Nigéria 671 400.000 1,678 1.270.000 315

VBP = valores (US$) constantes nos anos de 2004-2006.

Fonte: FAO (www.fao.org), 2011.

Como pode ser verificado, segundo os dados da FAO (2011), a Costa do Marfim tem a maior produção (1,35 milhão de toneladas), a maior área colhida (2,5 milhões de hectare), a segunda maior produtividade (541 kg/ha) e o pior preço médio pago à produção (US$ 558/t).  Para esse mesmo indicador o Brasil (US$ 1,774/t), a Nigéria (US$ 1,678/t) e a República dos Camarões (US$ 1,618/t), lideram os maiores preços médios.

Como pode ser verificado, a falta de um padrão dificulta muito o entendimento de análise e previsão dessa commodity.  Mas, o que podemos esperar para 2013?  Não podemos nos esquecer que o ano cacau já começou em outubro de 2012 e se encerrará em setembro de 2013, tendo decorridos, portanto, cinco meses de safra internacional.

A Organização Internacional do Cacau (ICCO na sua sigla em inglês) informa que a produção (oferta) continuará  caindo, tal como aconteceu na última safra (queda de 5,5%), numa previsão de diminuição em relação à safra anterior na ordem de 1,5% (a previsão é de 4,003 milhões de toneladas). No que se refere às moagens (demanda), espera-se que continue a crescer (em 2011/12 foi de 0,3%), podendo atingir o percentual de 1,5% (estima-se uma moagem de 4,008 milhões de toneladas).  Esse crescimento da demanda será impulsionado por duas condições: i) um crescente gosto asiático (aumento do consumo) para produtos de chocolate, tais como bebidas e sorvetes com base no cacau em pó; e ii) uma reversão, em fase de execução, para baixo, dos estoques de manteiga de cacau. “Estoques de manteiga de cacau, que foram esgotados nos últimos dois anos, precisam ser repostos, enquanto a busca para o cacau em pó na Ásia continua a crescer”, disse a ICCO.

Segundo a Agrimoney (http://www.agrimoney.com/9/cocoa), a produção vai cair, pela segunda vez consecutiva, desta vez por cerca de 70 mil toneladas, graças a um fraco resultado da África, a principal região produtora.  As colheitas nos principais países produtores, Costa do Marfim e Gana, tiveram um início fraco, após um período de seca no terceiro trimestre de 2012, embora as entregas para os portos tenham se recuperado nas últimas semanas.

Acrescenta a Agrimoney que as saídas na Costa do Marfim vão cair por 16 mil toneladas, e a colheita de Gana caindo por cerca de 60 mil toneladas – embora isso possa ser um reflexo das medidas para apertar o contrabando pelos agricultores que procuram explorar os preços mais elevados (Gana paga aos agricultores, cerca de US$ 1,800 por tonelada, enquanto o país vizinho paga US$ 1,430 a tonelada). “Graças a medidas mais rígidas tomadas pelos dois países na fronteira, os fluxos de contrabando têm diminuído sensivelmente em relação aos anos anteriores”, disse a ICCO.

Desde que iniciou o Ano Agrícola Internacional (AAI) do cacau em outubro de 2012 até o último dia útil de fevereiro de 2013, a taxa de crescimento do preço do cacau na Bolsa de New York é negativa e na ordem de 0,15%; já a taxa de câmbio US$/R$ tem variado pouco, mostrando, também, uma taxa de crescimento negativa de 0,03%.  No que se refere ao preço na Bolsa a informação mais relevante, converge entre a maioria dos analistas deste mercado, diz que não existem motivos plausíveis nesse ambiente para que os preços assumam essa tendência. Segundo a coluna de Análise de Mercado do site www.mercadodocacau.com.br, Thomas Hartmann assevera que: “Afora da confirmação de chuvas abundantes nas regiões produtoras da África, que a esta altura não mais constituem novidade, não há notícias fundamentais que pudessem ter motivado a queda, mas o sentimento baixista passou a dominar o mercado de cacau”.

Realmente, o comportamento atual do mercado está  muito estranho.  As mais importantes processadoras mundiais de cacau têm destacado seus líderes para vir ao Brasil, informado das suas preocupações quanto à necessidade de matéria prima para os próximos anos.  Mais de uma delas já mencionaram o mesmo volume de UM milhão de toneladas de amêndoas, as quais eles não sabem de onde virão, pois os atuais plantios não permitem vislumbrar que esse montante esteja presente no futuro mais imediato.  Apresentam-se, inclusive, como doadoras de recursos financeiros para incentivar novos plantios.

No Brasil a Abicab (Associação Brasileira da Indústria de Chocolate, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados) informa que o consumo aparente de chocolate sob todas as formas tem aumentado significativamente, de 404 mil toneladas em 2006, fechou o ano de 2011 com 691 mil toneladas e, nosso saldo da balança comercial para essa atividade tem gerado resultados positivos, na ordem de US$ 41 milhões.

Sim, e o que pode ser feito?  Bom, se a atitude fosse no sentido de radicalizar, uma alternativa poderia ser a de paralisar ou diminuir, consideravelmente, o incremento de novas áreas plantadas.  Isso poderia causar um “susto de oferta” e novos reposicionamentos haveriam de ser tomados.  Talvez o mais viável, no momento, seria o de armazenar o produto; vender somente o necessário para a manutenção da propriedade.  Mas, é claro que se essa decisão for isolada, ou seja, não tiver a amplitude que possa “mexer” com o mercado, acabará por ser inócua.

Existe ainda uma alternativa que atingiria de pronto a cacauicultura baiana: está relacionada ao regime de comercialização via drawback que possibilita a importação de cacau desonerada de tributos, desde que vinculadas a um compromisso de exportação.  Esse é um artifício legal que as empresas localizadas na Bahia estão utilizando, baseadas na alegação da insuficiência de oferta interna de cacau para processamento.  Esse mecanismo,sem dúvida, é sempre bem vindo, desde que a sua utilização não prejudique a produção nacional.  Acontece que, as informações sobre a produção brasileira para o ano em curso, apontam para a autossuficiência, fato que, automaticamente, resolveria o problema da importação de cacau. 

Como desdobramento desse contexto e que configura o quanto esse mercado é complicado/complexo, está na informação (sem confirmação oficial) sobre o preço de aquisição do cacau importado via drawback. É corrente entre os interessados do setor produtivo que o referido preço que está sendo pago é de R$ 82,00 por arroba, enquanto que o preço médio na região cacaueira da Bahia é de R$ 58,00 por arroba.  Fica fácil entender por que os cacauicultores baianos estão “com os nervos à flor da pele”.

O que não se pode perder de vista é que esse mercado quer: quantidade, qualidade e regularidade.  Para esses três quesitos os produtores, comprovadamente, reúnem competência. As dificuldades que, por ventura surgem em suas trajetórias de trabalho são, solucionadas. O que não se tem hoje (em termos gerais) é o requisito da organização, quer seja da produção, quer seja dos produtores, sendo essa última muito mais grave. Num exercício de raciocínio rápido, sugere-se o seguinte:

Experimentem contar quantos compradores existem no mercado.  São pouquíssimos!  A organização entre eles, sem dúvida, é facílima.  Agora façam o mesmo exercício em relação aos produtores.  A diversidade e dispersão são tão acentuadas que, num primeiro impulso a vontade em organizá-los desaparece no minuto seguinte.  Desse modo fica fácil controlar um mercado que, na origem, já é especulativo.  O que fazer? Desistir? É o pior dos caminhos!  Existe um leque de possibilidades que podem ser implementadas, mas até que se consiga um nível de conscientização dos produtores quanto à necessidade de organização, alguns procedimentos imediatos podem ser colocados em prática, como por exemplo: a) comercialização através de pequenos grupos de produtores; b) tentar modalidades de comercialização alternativas (leilão); c) evitar a comercialização antecipada (na flor); d) investir em tratos culturais que repercutem na maior produtividade das lavouras; e) apostar na condução familiar do negócio cacau (diminuir ou eliminar o meeiro, quando possível); f) buscar informações atualizadas quanto ao mercado; g) trabalhar a qualidade do produto, mesmo porque ninguém vai à feira para comprar produto ruim; h) buscar imprimir uma marca de qualidade no produto.

É fácil? Não! Mesmo porque, desenvolver níveis de consciência crítica nesse tipo de situação não é algo que se consiga de forma imediata. Requer tempo para que o processo se estabeleça através da mudança de atitude das pessoas. Mas é fundamental iniciar essa caminhada, mesmo porque adiar uma ação é prejuízo na certa.

Fernando Antônio Teixeira Mendes – FFA

Colaborações: Jay Wallace da Silva e Mota – FFA

                        Aliomar Arapiraca da Silva – FFA

CEPLAC TEM NOVO SUPERINTENDENTE NO PARÁ

quarta-feira, 6 março, 2013

Através da portaria nº117, de 4 de março de 2013, do gabinete do Ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, publicada no Diário Oficial da União, de 05 de março de 2013, foi nomeado para exercer o cargo de Superintendente de Desenvolvimento da Região Cacaueira no Estado do Pará, o Fiscal Federal Agropecuário  JAY WALLACE DA SILVA E MOTA, em substituição a MOISÉS MOREIRA DOS SANTOS, também Fiscal Federal Agropecuário, ambos servidores da instituição.
 

José Luiz de Souza Brígido – FFA

       Ceplac/Suepa/Comus

CEPLAC TRABALHA NA RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS NO SUDESTE PARAENSE

quarta-feira, 27 fevereiro, 2013

Cumprindo uma de suas funções que é a de cuidar do meio ambiente das regiões produtoras de cacau, a Ceplac, através de sua superintendência no estado do Pará, realizou no início deste mês de fevereiro, a distribuição de 7 mil mudas de espécies florestais, com destaque  para o jatobá, mogno africano, cumaru, ipê, andiroba e acapu, destinadas a 100 produtores dos municípios de Ourilândia do Norte e Tucumã,  localizados no sudeste paraense. As mudas servirão como sombreamento definitivo de lavouras cacaueiras, que deverão ser implantadas em Sistema Agroflorestal. A recomposição do passivo ambiental de áreas degradadas faz parte de um projeto da Ceplac naquela região, com metas estabelecidas para implantar  600 hectares de espécies florestais, gerando emprego e renda para 120 famílias, anualmente.

Além dos atuais municípios atendidos, o projeto deverá ser ampliado aos demais, no eixo da rodovia PA-279 (rodovia estadual que liga os municípios de Água Azul do Norte, Tucumã, Ourilândia do Norte e São Félix do Xingu, até a BR-155 em Xinguara), bem como a todo o sudeste paraense envolvido na produção cacaueira. 

A ação está contida no Programa de Desenvolvimento da Cadeia Produtiva da Cacauicultura no Estado do Pará, cuja meta é alcançar, até o ano de 2022, um total de 221 mil hectares de cacaueiros, que proporcionarão uma produção da ordem de 233 mil toneladas de amêndoas secas.

A coordenação da produção e distribuição das espécies esteve sob os cuidados do Fiscal Federal Agropecuário (FFA), Rubenilton Rosa dos Santos, chefe do escritório da Ceplac em Tucumã, com a colaboração do FFA Paulo Albuqurque, fitopatologista da Ceplac e o Agente de Atividades Agropecuárias (AAA), Benedito Baia, chefe da estação da Ceplac em Tucumã.

 

José Luiz de Souza Brígido – FFA

        Ceplac/Suepa/Comus

PRORROGADAS as INSCRIÇÕES para BOLSAS na CEPLAC

quinta-feira, 27 dezembro, 2012

Estão abertas (prorrogadas) as inscrições para a concessão de 22 bolsas pela Fundação de Amazônia Paraense de Amparo a Pesquisa (Fapespa) e a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, no âmbito do Programa de Concessão de Bolsas para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico das Regiões Produtoras de Cacau.

As bolsas destinam-se às Superintendências da Ceplac nos estados do Pará (6), Bahia (7) e Rondônia (2) e às Gerências Regionais do Mato Grosso (2), Espírito Santo (2) e Amazonas (3). Para concorrer às bolsas na modalidade extensão, o candidato deverá possuir, graduação em Agronomia, Engenharia Agrícola ou Engenharia Florestal para as vagas de EXP 3, enquanto para as vagas de EXP 2 deverá possuir o titulo de Mestrado em Extensão Rural, para as bolsas de pesquisa é exigido título de Doutor ou Mestre, observadas as áreas especificas constantes no item 7.1 do Edital e disponibilidade para exercer suas atividades nos locais especificados.

As propostas deverão ser apresentadas à FAPESPA, utilizando-se do sítio institucional (www.fapespa.pa.gov.br), acessando o campo “Editais Abertos”, onde está publicado o Edital: 007/2012 e as respectivas informações do Programa.

Destacamos que o prazo para as incrições se encerra em  28 de dezembro de 2012. (PRORROGADO ATÉ O DIA 13 DE MARÇO DE 2013)

CEPLAC/SUEPA

DIRETOR GERAL DA CEPLAC VISITA A SUEPA

sexta-feira, 14 dezembro, 2012

O Diretor Geral da Ceplac, Dr. Helinton Rocha, esteve visitando a Suepa entre os dias 5 e 6 de dezembro. O primeiro dia foi reservado para conhecer a Cooperativa Agrícola Mista de Tomé-Açu (CAMTA) e as ações da Ceplac naquele município, em especial os Sistemas Agroflorestais com cacau.

Em companhia dos Fiscais Federais Agropecuários, Drs. Moisés Moreira dos Santos (Superintendente da Ceplac no Estado do Pará), Jay Wallace Mota e Fernando Mendes o Diretor geral encontrou-se com o presidente da CAMTA, Senhor Francisco Sakagushi e membros da Diretoria, onde foram feitos vários encaminhamentos e propostas de trabalhos futuros. Visitaram as instalações da Cooperativa, especialmente o complexo de extração da gordura de cupuaçu e a fábrica de polpas de frutas tropicais. Junto com o grupo da CAMTA estava presente o senhor Michinori Konagano, Secretário Municipal de Agricultura que também falou de seus compromissos pessoais e municipais com a Ceplac e com a cacauicultura.

Após o almoço o grupo visitou a área cacaueira do Senhor Michinori Konagano e o experimento de competição de clones, instalado na área da Associação dos cacauicultores de Tomé-Açu.

No dia seguinte o Diretor se reuniu com grupos de servidores na Erjoh e na sede da Suepa, onde, além de se apresentar, tomou conhecimento das ações da instituição no Pará e deixou o indicativo de suas perspectivas para o trabalho que pretende desenvolver, juntamente com os servidores da Ceplac, disponibilizando o cabedal de seus mais de trinta anos como funcionário do MAPA a todos aqueles que fazem a Ceplac no estado do Pará e na Amazônia.

Fernando Antonio Teixeira Mendes
Fiscal Federal Agropecuário
MAPA/CEPLAC/SUEPA/SEPES/ERJOH

Vejam as fotos:

Ministro da agricultura empossa novo diretor geral da Ceplac

terça-feira, 20 novembro, 2012

O Ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Mendes Ribeiro Filho, no dia 19 de novembro, deu posse ao novo diretor geral da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), Helinton Rocha. A cerimônia ocorreu durante a reunião da câmara setorial do cacau, no salão de atos do Ministério.

Helinton Rocha foi nomeado recentemente e já se reuniu com boa parte da cadeia produtiva do cacau durante o III Congresso Brasileiro do Cacau na Bahia. O novo diretor é engenheiro agrônomo (fiscal federal agropecuário), com várias especialidades na área, e reúne experiências na agropecuária há 31 anos.

Assessoria de Imprensa – DIRET / Brasília
Zenilda Araújo
Foto: Águido Ferreira