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	<title>Ceplac &#124; Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira</title>
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	<description>Superintendência no Estado do Pará</description>
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		<title>CEPLAC COMEÇA A DISTRIBUIÇÃO DE SEMENTES DE CACAU NO PARÁ</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 17:23:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>brigido</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As estações experimentais do Serviço de Pesquisa – Sepes, iniciaram, conjuntamente como o Serviço de Extensão – Serex,   a distribuição de sementes de cacau para novas implantações no período 2013/2014, de acordo com o regime de chuvas de cada localidade. Com a primeira colheita, realizada simultaneamente nas estações de Tucumã e Medicilândia, a Ceplac distribuiu, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As estações experimentais do Serviço de Pesquisa – Sepes, iniciaram, conjuntamente como o Serviço de Extensão – Serex,   a distribuição de sementes de cacau para novas implantações no período 2013/2014, de acordo com o regime de chuvas de cada localidade. Com a primeira colheita, realizada simultaneamente nas estações de Tucumã e Medicilândia, a Ceplac distribuiu, no começo deste mês de junho, 912 mil sementes híbridas de cacau, sendo 848,2 mil destinadas aos produtores de São Félix do Xingu, Tucumã e Xinguara, localizados no sudeste paraense, mesorregião por onde começa o período chuvoso no estado do Pará. O município de Anapu, parte integrante do sudoeste estadual, recebeu as 64 mil sementes que completam esse início de trabalho. Até o final do ano de 2013 a previsão da Ceplac é colher e distribuir 13 milhões de sementes híbridas, que se transformarão em mais 11.700 hectares de novas áreas cacaueiras, que serão adicionadas aos quase 129 mil já plantados,  cuja produção em 2012 foi de  84,7 mil toneladas de amêndoas secas, oriundas de 80,1 mil hectares de roças safreiras. A estação de Tucumã é a mais nova das três unidades de pesquisa, experimentação e campo de produção da Ceplac no Pará, contando atualmente com 4.700 plantas de cacaueiros híbridos que até o final do presente ano deverão fornecer entre 900 mil a 1 milhão de sementes para ampliação e fortalecimento da cacauicultura paraense.  José Luiz de Souza Brígido – FFA        Ceplac/Suepa/Comus               18/06/2013</p>
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		<title>TRICOVAB TEM EFICÁCIA DE ATÉ 97% CONTRA VASSOURA-DE-BRUXA</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Jun 2013 13:38:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Duarte</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um agente biológico, que combate o fungo da vassoura-de-bruxa sem agredir a planta nem o meio ambiente. Assim é o Tricovab, o primeiro biofungicida para a lavoura cacaueira. O produto foi desenvolvido pela Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), a partir de pesquisa do engenheiro agrônomo João de Cássia, que identificou no fungo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Um  agente biológico, que combate o fungo da vassoura-de-bruxa sem agredir a  planta nem o meio ambiente. Assim é o Tricovab, o primeiro biofungicida  para a lavoura cacaueira. O produto foi desenvolvido pela Comissão  Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), a partir de pesquisa  do engenheiro agrônomo João de Cássia, que identificou no fungo  Trichoderma stromaticum potencial para combate ao Moniliophtora  perniciosa, que provoca a vassoura.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos testes realizados em campo foram  alcançados resultados de até 97% de eficácia contra o fungo da vassoura.  “Esse percentual se refere ao combate ao Moniliophtora perniciosa em  tecido morto. Em matéria viva, nos galhos e frutos do cacaueiro, a taxa é  em torno de 56% de eficácia”, afirma o chefe do Centro de Pesquisas do  cacau (Cepec), Adonias de Castro.</p>
<p><img src="http://www.ceplac.gov.br/restrito/imgNot/201306/biofungicida_01.JPG" alt="" width="400" height="266" /></p>
<p style="text-align: justify;">Dessa forma, para que sejam obtidos os  melhores resultados no controle biológico da vassoura-de-bruxa, os  produtores deverão seguir as orientações de manejo repassadas pela  Ceplac. Há, por exemplo, recomendações específica de épocas ideais do  ano, além de condições climáticas no momento da aplicação, para que a  taxa de eficácia seja a mais alta possível.</p>
<p style="text-align: justify;">A ação do Tricovab nas plantações se  dará a partir da aplicação direta do produto na plantação, quando, em  contato com as condições ideais de reprodução, ele deverá se reproduzir e  lançar esporos do fungo pelo ar. Em contato com o Moniliophtora  perniciosa, de quem é inimigo natural, o Trichoderma stromaticum vai  criar sua própria colônia, eliminando o agente causador da doença. “O  Trichoderma stromaticum não causa nenhum dano à planta”, afirma Castro.</p>
<p><img src="http://www.ceplac.gov.br/restrito/imgNot/201306/biofungicida_02.JPG" alt="" width="400" height="266" /></p>
<p><strong>Dia do Cacau</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O produto será disponibilizado para os  produtores em embalagem biodegradável, com uma bula contendo instruções  de aplicação, classificação de risco à saúde e ao meio ambiente (risco 4  – baixo). O Tricovab já está em uso em algumas propriedades mas será  lançado oficialmente no dia 16 de junho – quando será comemorado o Dia  Internacional do Cacau – na sede da Ceplac, na rodovia Ilhéus-Itabuna,  quilômetro 22.</p>
<p>Domingos Matos<br />
Jornalista da Sueba &#8211; Superintendência da Ceplac na Bahia</p>
<p><strong>Assessoria de Comunicação da Ceplac</strong><br />
terça-feira, 11/06/2013</p>
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		<title>FUNCACAU: RESULTADOS DE 2012 E PROPOSTAS PARA 2013</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Apr 2013 12:08:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>brigido</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[A superintendência da Ceplac no Pará, através do Fiscal Federal Agropecuário Luiz Pinto de Oliveira, prestou  contas dos recursos a ela destinados no transcurso do ano de 2012 para apoiar o desenvolvimento da cadeia produtiva do cacau, durante reunião de comitê gestor do Funcacau, realizada em 26/03/2013. Os projetos, discutidos no ano de 2011, tratam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A superintendência da Ceplac no Pará, através do Fiscal Federal Agropecuário Luiz Pinto de Oliveira, prestou  contas dos recursos a ela destinados no transcurso do ano de 2012 para apoiar o desenvolvimento da cadeia produtiva do cacau, durante reunião de comitê gestor do Funcacau, realizada em 26/03/2013. Os projetos, discutidos no ano de 2011, tratam de ações para a produção de sementes híbridas de cacau;  capacitação de agentes de assistência técnica e extensão rural;  instalação, em áreas de produtores,  de Unidades de Referência Técnica – URT; e para a 13ª Festa do Cacau do estado do Pará, totalizando R$ 1.149.510,00.</p>
<p style="text-align: justify;">À produção e distribuição de sementes híbridas de cacau foi destinado o montante de R$ 500 mil, havendo sido entregues, ao final do ano de 2012, 17,722 milhões de sementes, das quais 14 milhões produzidas nas estações do Pará (Medicilândia, Marituba  e Tucumã), 3,522 milhões na Bahia (Itabuna) e 200 mil em Mato Grosso (Alta Floresta). Ao serem implantadas serão somados à atual área cacaueira paraense, is quase 16 mil novos hectares de cacaueiros híbridos.</p>
<p style="text-align: justify;"> Os treinamentos em gerenciamento de projetos foram finalizados em novembro de 2012,  aqueles voltados para a Tecnologia de Cacau I e II, estão em execução, com ênfase para o controle das principais doenças do cacaueiro e metodologia de ATER. A instalação de 16 URT será iniciada ao término das capacitações técnicas, ainda no primeiro semestre do ano em curso.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante a reunião foram estabelecidas as prioridades de projetos a serem trabalhados no ano de 2013, assim elencadas: Controle da monilíase e da broca dos frutos; Festa do cacau do estado do Pará; Salão regional do chocolate do Pará; Produção de sementes híbridas de cacau; Estruturação da ATER da Ceplac, pela contratação e capacitação de pessoal; Produção “in vitro” de mudas de proteção às lavouras de cacau; Conclusão da biofábrica de Medicilândia; e Apoio à agroindustrialização das amêndoas secas e subprodutos da lavoura cacaueira.</p>
<p> José Luiz de Souza Brígido – FFA</p>
<p>         Ceplac/Suepa/Comus</p>
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		<title>NOVO SUPERINTENDENTE DO PARÁ É EMPOSSADO</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Apr 2013 22:18:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>haroldo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="https://picasaweb.google.com/lh/photo/37GrCdCB37cf4aw0GjYu2o80b8Nz3LLNJr68a1ZvYms?feat=embedwebsite"><img src="https://lh4.googleusercontent.com/-mvY2RwiKRsk/UWNMEhI2EXI/AAAAAAAABkA/YbFFmQgPOgs/s144/Posse%2520Super%2520Ceplac%2520Suepa%2520-%25202013%2520043%257E1.jpg" height="108" width="144" align="right"/></a>No dia 27 de março aconteceu a posse oficial do novo superintendente da Ceplac no Pará, Jay Wallace da Silva e Mota, em ato solene realizado na sede da superintendência estadual do órgão, em Belém, presidido pelo diretor Helinton Rocha.

O superintendente empossado destacou a importância do cacau no contexto da economia  paraense, fazendo um histórico da atividade desde seus tempos pré-Ceplac, quando o Pará...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">No dia 27 de março aconteceu a posse oficial do novo superintendente da Ceplac no Pará, Jay Wallace da Silva e Mota, em ato solene realizado na sede da superintendência estadual do órgão, em Belém, presidido pelo diretor Helinton Rocha.</p>
<p style="text-align: justify;">O superintendente empossado destacou a importância do cacau no contexto da economia  paraense, fazendo um histórico da atividade desde seus tempos pré-Ceplac, quando o Pará contribuia com cinco por cento (5%) da produção nacional, passando pela criação das Diretrizes para a Expansão da Cacauicultura Nacional (Procacau), programa que estabelecia metas para o crescimento da produção brasileira no período de 1976-1985, com o retorno do cacau às suas origens amazônicas, até chegar aos dias atuais quando a produção estadual contribui com vinte e cinco por cento (25%) das amêndoas secas no mercado brasileiro, despertando o interesse de produtores de outras regiões, comerciantes  e da indústria chocolateira em investir na cadeia produtiva do cacau paraense.</p>
<p style="text-align: justify;">Helinton Rocha, ao dar posse a Jay Wallace, tratou de reforçar a necessidade de fortalecer a Ceplac, órgão que em seus 56 anos de trabalho tem contribuído para o  desenvolvimento das regiões produtoras de cacau, nos biomas mata atlântica e floresta amazônica, buscando estabelecer parcerias nas diversas instâncias de governos e segmentos privados, de sorte a fazer a economia cacaueira nacional voltar à posição de destaque ocupada nos idos da década de 1980, quando o Brasil chegou a ser o segundo maior produtor mundial.</p>
<p style="text-align: justify;">Shydney Rosa, representante do governo do Pará, ratificou a intenção do Estado paraense em apoiar as atividades que visem o fortalecimento da cadeia produtiva do cacau, notadamente na formulação de políticas públicas voltadas para ampliar as ações de assistência aos produtores, apoio à agroindustrialização e comercialização, garantindo assim a sustentabilidade econômica, social e ambiental deste segmento da agricultura local.</p>
<p style="text-align: justify;">No transcurso do evento, Hildegardo de Figueiredo Nunes, secretário de estado de agricultura e Helinton Rocha assinaram o primeiro termo aditivo do convênio 061/2012, firmado entre a pasta da agricultura do Pará e a Ceplac, que objetiva a capacitação de técnicos para assistirem os produtores de cacau e ainda favorecer a instalação de unidades de demonstração que serão estabelecidas em áreas de agricultores, que servirão de modelos na condução das lavouras implantadas em suas respectivas regiões.</p>
<p style="text-align: justify;">Presentes à cerimônia estiveram: Givaldo Araújo, representante da Federação da Agricultura do estado do Pará (Faepa) e produtor de cacau; Valter Tegani, da Associação das Indústrias de Processamento de Cacau (AIPC); Michinori Konagano, secretário  de agricultura do município de Tomé-Açu, membro da diretoria da Cooperativa Agrícola Mista de Tomé-Açu (Camta) e produtor de cacau; Rosomiro Batista, representando a presidência da Emater-Pará; Adriana Ribeiro, representando a Prefeitura de Belém; Hélio Marinho, representante da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam); Valquíria Bernardo, representante da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti); Andrei Viana, superintendente da Superintendência Federal da Agricultura do Pará (SFA/PA); Henrique de Almeida, diretor geral do Instituto Biofábrica de Cacau, da Bahia; Eliana Zacca, secretária-adjunta de estado de agricultura; Manfred Müller, diretor técnico-científico da Ceplac; Augusto Olímpio, coordenador de pesquisa da Ceplac no Pará, Raul Guimarães, que coordena a extensão rural; Paulo Emanoel da Costa Moraes, presidente da Associação dos Funcionários da Ceplac na Amazônia (AFC-Amazônia) e José Luiz de Souza Brígido, representando o sistema dos fiscais federias agropecuários (Anffa Sindical, delegacia da Anffa Sindical no Pará e Affama Pará).</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Veja as fotos do evento.</p>
<p> <object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="333" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="flashvars" value="host=picasaweb.google.com&amp;hl=pt_BR&amp;feat=flashalbum&amp;RGB=0x000000&amp;feed=https%3A%2F%2Fpicasaweb.google.com%2Fdata%2Ffeed%2Fapi%2Fuser%2F102928433107529456274%2Falbumid%2F5864614627559794961%3Falt%3Drss%26kind%3Dphoto%26authkey%3DGv1sRgCP2x9u-wyLuxMg%26hl%3Dpt_BR" /><param name="src" value="https://picasaweb.google.com/s/c/bin/slideshow.swf" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="333" src="https://picasaweb.google.com/s/c/bin/slideshow.swf" flashvars="host=picasaweb.google.com&amp;hl=pt_BR&amp;feat=flashalbum&amp;RGB=0x000000&amp;feed=https%3A%2F%2Fpicasaweb.google.com%2Fdata%2Ffeed%2Fapi%2Fuser%2F102928433107529456274%2Falbumid%2F5864614627559794961%3Falt%3Drss%26kind%3Dphoto%26authkey%3DGv1sRgCP2x9u-wyLuxMg%26hl%3Dpt_BR"></embed></object></p>
<p>José Luiz de Souza Brígido – FFA</p>
<p>      Ceplac/Suepa/Comus</p>
]]></content:encoded>
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		<title>CEPLAC E PARCEIROS REALIZAM CURSO DE APROVEITAMENTO DE SUBPRODUTOS DO CACAU</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Mar 2013 11:51:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>haroldo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>

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		<description><![CDATA[A Superintendência da Ceplac no Pará, através do seu Serviço de Pesquisa – Sepes,  em parceria com a Superintendência Federal de Agricultura do Estado do Pará – SFA/PA, representada pela sua Comissão de Produção Orgânica – CPORG-PA, realizou no período de 19 a 20 de março corrente um curso sobre aproveitamento de subprodutos do cacau, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Superintendência da Ceplac no Pará, através do seu Serviço de Pesquisa – Sepes,  em parceria com a Superintendência Federal de Agricultura do Estado do Pará – SFA/PA, representada pela sua Comissão de Produção Orgânica – CPORG-PA, realizou no período de 19 a 20 de março corrente um curso sobre aproveitamento de subprodutos do cacau, tendo o Laboratório de Tecnologia Agroindustrial de Alimentos da Universidade Estadual do Pará – Uepa, como um dos locais de sua execução.</p>
<p style="text-align: justify;">A primeira etapa do curso, envolvendo atividades teóricas e práticas do beneficiamento primário do cacau (da colheita dos frutos à secagem das amêndoas), foi realizada nas lavouras da Estação de Recursos Genéticos do Cacau “José Haroldo de Castro Vieira” – Erjoh,  localizada no município de Marituba, região metropolitana de Belém. Em seguida os alunos do curso de Tecnologia Agroindustrial de Alimentos da Uepa, ministraram uma palestra sobre “Higiene e cuidados no processamento de alimentos”.</p>
<p style="text-align: justify;">O evento contou com a participação de 25 pessoas, envolvendo alunos do 5º e 6º período do curso de Tecnologia Agroindustrial de Alimentos da referida universidade estadual, produtores orgânicos de diversos municípios paraenses associados da PARÁ ORGÂNICO e funcionários do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural – Senar, ligados ao setor de treinamento e instrutoria do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego – Pronatec, do governo federal.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante o evento foram confeccionados diversos produtos, entre eles: geléia de mel de cacau, xarope de mel de cacau, licor de mel de cacau, suco de polpa de cacau, chocolate amargo, chocolate em tabletes, chocolate em pó, doce de cibirra (que é a placenta onde se desenvolvem as sementes do fruto do cacaueiro), doce de endocarpo e mousse de polpa de cacau.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns destes produtos serão comercializados na feira livre de produtos orgânicos de Belém, que acontece todo sábado na Praça Santos Dumont (antiga Praça Brasil), no bairro do Umarizal.</p>
<p style="text-align: justify;">José Luiz de Souza Brígido – FFA</p>
<p style="text-align: justify;">    Ceplac/Suepa/Comus</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Veja as fotos do evento</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p><embed type="application/x-shockwave-flash" src="https://picasaweb.google.com/s/c/bin/slideshow.swf" width="500" height="333" flashvars="host=picasaweb.google.com&#038;hl=pt_BR&#038;feat=flashalbum&#038;RGB=0x000000&#038;feed=https%3A%2F%2Fpicasaweb.google.com%2Fdata%2Ffeed%2Fapi%2Fuser%2F102928433107529456274%2Falbumid%2F5858140803496941889%3Falt%3Drss%26kind%3Dphoto%26authkey%3DGv1sRgCLDrgJqii77Y5wE%26hl%3Dpt_BR" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer"></embed></p>
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		</item>
		<item>
		<title>O MERCADO MUNDIAL DO CACAU: o que esperar para 2013</title>
		<link>http://www.ceplacpa.gov.br/site/?p=4358</link>
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		<pubDate>Tue, 12 Mar 2013 11:47:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>brigido</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo o dicionário Aurélio Eficiência é a Qualidade ou Capacidade (de alguém, um dispositivo, um método etc.) de ter um bom rendimento em tarefas ou trabalhos com um mínimo de dispêndio (de tempo, recursos, energia etc.). Por que começar com a definição de uma palavra?  Porque precisamos retratar com fidelidade o significado do que seja [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Segundo o dicionário Aurélio <strong>Eficiência</strong> é a Qualidade ou Capacidade (de alguém, um dispositivo, um método etc.) de ter um bom rendimento em tarefas ou trabalhos com um mínimo de dispêndio (de tempo, recursos, energia etc.).</p>
<p>Por que começar com a definição de uma palavra?  Porque precisamos retratar com fidelidade o significado do que seja <strong>Eficiência.</strong>  Esse conceito é indispensável na vida dos produtores, especialmente àqueles que trabalham com o cacau.</p>
<p>Então, sabendo o conceito de <strong>Eficiência</strong>, como consegui-la sendo um produtor de cacau? Ser capaz de produzir com qualidade, com o melhor rendimento e ao menor custo; traduzindo: cacau tipo Superior, numa produtividade maior que 1000 quilos por hectare, gastando o menos possível.  Se estivéssemos falando de um produto com estrutura de comercialização “bem comportada” (pelo menos a lei de oferta e demanda funcionando normalmente), sim, isso seria suficiente.  Contudo, o cacau é considerado uma das <em>commodities</em> agrícolas de maior dificuldade nas negociações de mercado, onde a especulação predomina.  Sem falar na assimetria de informações advindas dos principais produtores.  A tabela abaixo pode servir para ilustrar esse efeito.</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="567">
<tbody>
<tr>
<td width="85" valign="top"><strong>País</strong></td>
<td width="67" valign="top"><strong>VBP</strong></p>
<p><strong>(US$ 10<sup>6</sup>)</strong></td>
<td width="77" valign="top"><strong>Produção (t)</strong></td>
<td width="61" valign="top"><strong>US$/t</strong></td>
<td width="72" valign="top"><strong>ha colhida</strong></td>
<td width="61" valign="top"><strong>kg/ha</strong></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><strong>Brasil</strong></td>
<td valign="top">441</td>
<td valign="top">248.524</td>
<td valign="top">1,774</td>
<td valign="top">680.484</td>
<td valign="top">365</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><strong>R. Camarões</strong></td>
<td valign="top">440</td>
<td valign="top">272.000</td>
<td valign="top">1,618</td>
<td valign="top">697.000</td>
<td valign="top">390</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><strong>C. Marfim</strong></td>
<td valign="top">753</td>
<td valign="top">1.350.320</td>
<td valign="top">558</td>
<td valign="top">2.495.110</td>
<td valign="top">541</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><strong>Gana</strong></td>
<td valign="top">698</td>
<td valign="top">700.000</td>
<td valign="top">997</td>
<td valign="top">1.650.000</td>
<td valign="top">424</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><strong>Indonésia</strong></td>
<td valign="top">710</td>
<td valign="top">712.200</td>
<td valign="top">997</td>
<td valign="top">1.677.300</td>
<td valign="top">425</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><strong>Malásia</strong></td>
<td valign="top">20</td>
<td valign="top">15.975</td>
<td valign="top">1,252</td>
<td valign="top">21.722</td>
<td valign="top">735</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><strong>Nigéria</strong></td>
<td valign="top">671</td>
<td valign="top">400.000</td>
<td valign="top">1,678</td>
<td valign="top">1.270.000</td>
<td valign="top">315</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>VBP = valores (US$) constantes nos anos de 2004-2006.</p>
<p>Fonte: FAO (<a href="http://www.fao.org/" target="_blank">www.fao.org</a>), 2011.</p>
<p>Como pode ser verificado, segundo os dados da FAO (2011), a Costa do Marfim tem a maior produção (1,35 milhão de toneladas), a maior área colhida (2,5 milhões de hectare), a segunda maior produtividade (541 kg/ha) e o pior preço médio pago à produção (US$ 558/t).  Para esse mesmo indicador o Brasil (US$ 1,774/t), a Nigéria (US$ 1,678/t) e a República dos Camarões (US$ 1,618/t), lideram os maiores preços médios.</p>
<p>Como pode ser verificado, a falta de um padrão dificulta muito o entendimento de análise e previsão dessa <em>commodity</em>.  Mas, o que podemos esperar para 2013?  Não podemos nos esquecer que o ano cacau já começou em outubro de 2012 e se encerrará em setembro de 2013, tendo decorridos, portanto, cinco meses de safra internacional.</p>
<p>A Organização Internacional do Cacau (ICCO na sua sigla em inglês) informa que a produção (oferta) continuará  caindo, tal como aconteceu na última safra (queda de 5,5%), numa previsão de diminuição em relação à safra anterior na ordem de 1,5% (a previsão é de 4,003 milhões de toneladas). No que se refere às moagens (demanda), espera-se que continue a crescer (em 2011/12 foi de 0,3%), podendo atingir o percentual de 1,5% (estima-se uma moagem de 4,008 milhões de toneladas).  Esse crescimento da demanda será impulsionado por duas condições: i) um crescente gosto asiático (aumento do consumo) para produtos de chocolate, tais como bebidas e sorvetes com base no cacau em pó; e ii) uma reversão, em fase de execução, para baixo, dos estoques de manteiga de cacau. &#8220;Estoques de manteiga de cacau, que foram esgotados nos últimos dois anos, precisam ser repostos, enquanto a busca para o cacau em pó na Ásia continua a crescer&#8221;, disse a ICCO.</p>
<p>Segundo a Agrimoney (<a href="http://www.agrimoney.com/9/cocoa" target="_blank">http://www.agrimoney.com/9/cocoa</a>), a produção vai cair, pela segunda vez consecutiva, desta vez por cerca de 70 mil toneladas, graças a um fraco resultado da África, a principal região produtora.  As colheitas nos principais países produtores, Costa do Marfim e Gana, tiveram um início fraco, após um período de seca no terceiro trimestre de 2012, embora as entregas para os portos tenham se recuperado nas últimas semanas.</p>
<p>Acrescenta a Agrimoney que as saídas na Costa do Marfim vão cair por 16 mil toneladas, e a colheita de Gana caindo por cerca de 60 mil toneladas &#8211; embora isso possa ser um reflexo das medidas para apertar o contrabando pelos agricultores que procuram explorar os preços mais elevados (Gana paga aos agricultores, cerca de US$ 1,800 por tonelada, enquanto o país vizinho paga US$ 1,430 a tonelada). &#8220;Graças a medidas mais rígidas tomadas pelos dois países na fronteira, os fluxos de contrabando têm diminuído sensivelmente em relação aos anos anteriores&#8221;, disse a ICCO.</p>
<p>Desde que iniciou o Ano Agrícola Internacional (AAI) do cacau em outubro de 2012 até o último dia útil de fevereiro de 2013, a taxa de crescimento do preço do cacau na Bolsa de New York é negativa e na ordem de 0,15%; já a taxa de câmbio US$/R$ tem variado pouco, mostrando, também, uma taxa de crescimento negativa de 0,03%.  No que se refere ao preço na Bolsa a informação mais relevante, converge entre a maioria dos analistas deste mercado, diz que não existem motivos plausíveis nesse ambiente para que os preços assumam essa tendência. Segundo a coluna de Análise de Mercado do site <a href="http://www.mercadodocacau.com.br/" target="_blank">www.mercadodocacau.com.br</a>, Thomas Hartmann assevera que: “Afora da confirmação de chuvas abundantes nas regiões produtoras da África, que a esta altura não mais constituem novidade, não há notícias fundamentais que pudessem ter motivado a queda, mas o sentimento baixista passou a dominar o mercado de cacau”.</p>
<p>Realmente, o comportamento atual do mercado está  muito estranho.  As mais importantes processadoras mundiais de cacau têm destacado seus líderes para vir ao Brasil, informado das suas preocupações quanto à necessidade de matéria prima para os próximos anos.  Mais de uma delas já mencionaram o mesmo volume de UM milhão de toneladas de amêndoas, as quais eles não sabem de onde virão, pois os atuais plantios não permitem vislumbrar que esse montante esteja presente no futuro mais imediato.  Apresentam-se, inclusive, como doadoras de recursos financeiros para incentivar novos plantios.</p>
<p>No Brasil a Abicab (Associação Brasileira da Indústria de Chocolate, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados) informa que o consumo aparente de chocolate sob todas as formas tem aumentado significativamente, de 404 mil toneladas em 2006, fechou o ano de 2011 com 691 mil toneladas e, nosso saldo da balança comercial para essa atividade tem gerado resultados positivos, na ordem de US$ 41 milhões.</p>
<p>Sim, e o que pode ser feito?  Bom, se a atitude fosse no sentido de radicalizar, uma alternativa poderia ser a de paralisar ou diminuir, consideravelmente, o incremento de novas áreas plantadas.  Isso poderia causar um “susto de oferta” e novos reposicionamentos haveriam de ser tomados.  Talvez o mais viável, no momento, seria o de armazenar o produto; vender somente o necessário para a manutenção da propriedade.  Mas, é claro que se essa decisão for isolada, ou seja, não tiver a amplitude que possa “mexer” com o mercado, acabará por ser inócua.</p>
<p>Existe ainda uma alternativa que atingiria de pronto a cacauicultura baiana: está relacionada ao regime de comercialização via <em>drawback </em>que possibilita a importação de cacau desonerada de tributos, desde que vinculadas a um compromisso de exportação.  Esse é um artifício legal que as empresas localizadas na Bahia estão utilizando, baseadas na alegação da insuficiência de oferta interna de cacau para processamento.  Esse mecanismo,sem dúvida, é sempre bem vindo, desde que a sua utilização não prejudique a produção nacional.  Acontece que, as informações sobre a produção brasileira para o ano em curso, apontam para a autossuficiência, fato que, automaticamente, resolveria o problema da importação de cacau. </p>
<p>Como desdobramento desse contexto e que configura o quanto esse mercado é complicado/complexo, está na informação (sem confirmação oficial) sobre o preço de aquisição do cacau importado via <em>drawback</em>. É corrente entre os interessados do setor produtivo que o referido preço que está sendo pago é de R$ 82,00 por arroba, enquanto que o preço médio na região cacaueira da Bahia é de R$ 58,00 por arroba.  Fica fácil entender por que os cacauicultores baianos estão “com os nervos à flor da pele”.</p>
<p>O que não se pode perder de vista é que esse mercado quer: quantidade, qualidade e regularidade.  Para esses três quesitos os produtores, comprovadamente, reúnem competência. As dificuldades que, por ventura surgem em suas trajetórias de trabalho são, solucionadas. O que não se tem hoje (em termos gerais) é o requisito da organização, quer seja da produção, quer seja dos produtores, sendo essa última muito mais grave. Num exercício de raciocínio rápido, sugere-se o seguinte:</p>
<p>Experimentem contar quantos compradores existem no mercado.  São pouquíssimos!  A organização entre eles, sem dúvida, é facílima.  Agora façam o mesmo exercício em relação aos produtores.  A diversidade e dispersão são tão acentuadas que, num primeiro impulso a vontade em organizá-los desaparece no minuto seguinte.  Desse modo fica fácil controlar um mercado que, na origem, já é especulativo.  O que fazer? Desistir? É o pior dos caminhos!  Existe um leque de possibilidades que podem ser implementadas, mas até que se consiga um nível de conscientização dos produtores quanto à necessidade de organização, alguns procedimentos imediatos podem ser colocados em prática, como por exemplo: a) comercialização através de pequenos grupos de produtores; b) tentar modalidades de comercialização alternativas (leilão); c) evitar a comercialização antecipada (na flor); d) investir em tratos culturais que repercutem na maior produtividade das lavouras; e) apostar na condução familiar do negócio cacau (diminuir ou eliminar o meeiro, quando possível); f) buscar informações atualizadas quanto ao mercado; g) trabalhar a qualidade do produto, mesmo porque <em>ninguém vai à feira para comprar produto ruim</em>; h) buscar imprimir uma marca de qualidade no produto.</p>
<p>É fácil? Não! Mesmo porque, desenvolver níveis de consciência crítica nesse tipo de situação não é algo que se consiga de forma imediata. Requer tempo para que o processo se estabeleça através da mudança de atitude das pessoas. Mas é fundamental iniciar essa caminhada, mesmo porque adiar uma ação é prejuízo na certa.</p>
<p>Fernando Antônio Teixeira Mendes – FFA</p>
<p>Colaborações: Jay Wallace da Silva e Mota – FFA</p>
<p>                        Aliomar Arapiraca da Silva &#8211; FFA</p>
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		<title>Lançado o projeto CACAU MAIS SUSTENTÁVEL</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Mar 2013 18:13:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>brigido</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>

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		<description><![CDATA[Em uma ação conjunta Ceplac, TNC,Cargill e Capru, lançam em São Félix do Xingu, no sudeste paraense, o projeto Cacau Mais Sustentável, com o objetivo de promover a recuperação de áreas degradas no estado do Pará. Acesse a matéria aqui. José Luiz de Souza Brígido – FFA Ceplac/Suepa/Comus]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Em uma ação conjunta Ceplac, TNC,Cargill e Capru, lançam em São Félix do Xingu, no sudeste paraense, o projeto Cacau Mais Sustentável, com o objetivo de promover a recuperação de áreas degradas no estado do Pará.</p>
<p><a href="http://portugues.tnc.org/comunicacao-midia/noticias-recentes/lancamento-cacau-mais-sustentavel.xml" target="_blank">Acesse a matéria aqui.</a></p>
<p>José Luiz de Souza Brígido – FFA</p>
<p>Ceplac/Suepa/Comus</p>
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		<title>CEPLAC TEM NOVO SUPERINTENDENTE NO PARÁ</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Mar 2013 16:40:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>brigido</dc:creator>
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		<category><![CDATA[SUPERINTENDENTE]]></category>

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		<description><![CDATA[Através da portaria nº117, de 4 de março de 2013, do gabinete do Ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, publicada no Diário Oficial da União, de 05 de março de 2013, foi nomeado para exercer o cargo de Superintendente de Desenvolvimento da Região Cacaueira no Estado do Pará, o Fiscal Federal Agropecuário  JAY WALLACE DA [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Através da portaria nº117, de 4 de março de 2013, do gabinete do Ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, publicada no Diário Oficial da União, de 05 de março de 2013, foi nomeado para exercer o cargo de Superintendente de Desenvolvimento da Região Cacaueira no Estado do Pará, o Fiscal Federal Agropecuário  JAY WALLACE DA SILVA E MOTA, em substituição a MOISÉS MOREIRA DOS SANTOS, também Fiscal Federal Agropecuário, ambos servidores da instituição.<br />
 </p>
<p style="text-align: justify;">José Luiz de Souza Brígido – FFA</p>
<p style="text-align: justify;">       Ceplac/Suepa/Comus</p>
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